23/12/2011


6 comentários:

wind disse...

Um 2012 excelente para ti:)
Beijos

Vanda disse...

Minha querida, companheira de tantos dificeis dias na passagem do tempo, aqui fica a minha pequena mas sentida homenagem ao Alien, ao Mário, à Lola, à Flora, ao vosso Amor e à nossa Amizade.
Adoro-te, adoro-vos,

"Os homens não são todos iguais. Tão pouco as mulheres.
Há homens que no seu vocabulário empregam verbos diferentes de outros.
E mulheres também. O que os move até à escolha de determinados verbos?
E perante a garantida diversidade de verbos, o que os levará a escolher uns - enaltece-los - e a esquecer outros?
Sensibilidade...? Conhecimento de causa...? A consciência da essência da vida...?
Sobre o Mário Domingos e os seus insubstituíveis verbos há no minimo uma afirmação a fazer:
ele acreditava que havia sempre a possibilidade de escolha, nos verbos e na vida.
Uma responsabilidade enorme no devir da Humanidade.
Por isso, entre os seus verbos, encontram-se apenas verbos construtivos - fortes - inabaláveis - emocionalmente inconfundíveis,
como o verbo CHORAR, o verbo UNIR, o verbo MOVER, o verbo AJUDAR, o verbo LEMBRAR.

Os homens não são todos iguais. Tão pouco as mulheres. Tão pouco os verbos.

Encontrar na vida, na vida corriqueira e apressada deste nosso tempo,
um homem e uma mulher com as mãos cheias destes verbos construtivos não é vulgar.
São verbos - já sabemos - que não se colam a todas as mãos,
que não se equilibram de mão beijada,
que não crescem em qualquer mão, por grande que seja a veia literária.
Muito mais raro quando as mãos andam de mãos dadas ao longo de três décadas.
Estou a falar naturalmente da Lola e do Mário e do seu Amor construído com verbos únicos e de manifestação própria e inequívoca.

Na noite do lançamento do Despertar dos Verbos em Lisboa, noite já madura, saciadas fome e sede e serenados já os espiritos,
eu e a Lizzie seguíamos atrás da Lola e do Mário por uma rua da cidade, quando de repente deixámos de os ver
Numa fracção de segundos, o recorte dos seus corpos de mão dada na noite de visiveis e próximos passaram a invisíveis...
Foi desta forma casual e de certo modo estranho, que acabámos por nunca nos despedirmos deles.

Nestes últimos dias, necessitada que estava de uma metáfora profunda e de um sentido oculto que me amparasse na dor e revolta de o termos perdido tão cedo
e que vencesse a filosofia do absurdo desta morte, foi a essa imagem de Lisboa que me agarrei.
É verdade que os meus olhos não mais o verão vertical e tão humanamente grande seguindo por uma rua da capital,
mas o meu coração sabe que o Mário continua seguindo a sua verdade, unindo verbos inconfundíveis,
emocionalmente fortes e de diametro incontornável,
por todas as ruas, de todas as cidades, de mão dada com a Lola.

PS- não te esqueças que temos um jantar combinado. Até já."

wind disse...

Que se passou Lola?

Alien David Sousa disse...

Lola, quero.te deixar um beijo sentido, tu sabes o quanto gostava do meu mano e estou em choque...estou não sei, a wind avisou-me porque eu continuava a ir ao blog dele deixar mensagens. Adorava aquele alien/homem e nunca o conheci pessoalmente mas sempre que precisei ele estava lá, como há 1 mês a votar pelo meu blog...ele eera muito especial, tudo de bom para ti e força porque eu ainda nem acreditBeijos

Alien David Sousa disse...

Lola, demora o tempo que for necessário mas gostaria muito de ficar com um livro do meu mano. Quando puderes diz-me onde e quando o posso adquirir.
Um grande beijo do fundo do coração

Alien David Sousa disse...

Passei para te dar um beijinho e dizer que tenho pensado nele. Não há como não.

Beijinhos