Cantava-se quando os companheiros eram levados para a tortura (ou quando voltavam...) e as vozes juntavam-se uma a uma de cada cela num hino de coragem.
Ouvi-o pela primeira vez cantado por uma Amiga que tinha estado na prisão.
E lembro ( e arrepio-me) da voz rouca e das lágrimas nos olhos bonitos da que tinha sido companheira do Pintor morto pela PIDE.
Há 10 anos